@gyramais/log-redaction
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Mascaramento de credencial e dado pessoal no log dos servicos gyra-*
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@gyramais/log-redaction
O que não pode sair no log dos serviços gyra-*: quais chaves são credencial,
quais são dado pessoal, quais são ambíguas e decididas pelo valor, e como cada
categoria é mascarada em body, headers e query string.
import {
maskSensitive,
maskUrl,
pickSafeHeaders,
describeError,
} from '@gyramais/log-redaction';Esses quatro são os usados por todas as 9 variantes da classe
LoggingInterceptor na frota. Os predicados (isSensitive, isPii,
isAmbiguousPii, isOauthCallbackOnly, isOidcCallbackShape, normalizeKey,
looksPersonal, maskPii) e as constantes também são exportados, para quem
precise compor caso específico ou testar direto.
Documento sai parcial: cpf, cnpj, document, documents, newDocument,
signerDocument, cpfCnpj e documento preservam os 3 primeiros e os 2 últimos dígitos
(11122233344 -> 111******44; 12ABC34501DE35 -> 12A*********35, preservando as
letras do CNPJ alfanumérico), em vez de virarem ****. Só valor com forma de
documento — 11 ou 14 caracteres — sai parcial; o resto vai para mascaramento total. É a convenção que já
existia em gyra-integration/src/common/utils/mask-document.ts, e os casos da spec
daquele arquivo são testados aqui para as implementações não divergirem. As outras
chaves de PII seguem em mascaramento total.
Segredo no CAMINHO da URL, não só na query string: maskUrl também troca por
**** o segmento que é credencial em rotas conhecidas — hoje
public/collection/{token} e /envio/{token}, as duas formas do link que abre a
página do destinatário. Quem tem o token abre a página, vê os documentos e assina,
então ele não é id: é a credencial inteira. A tabela é PATH_SECRET_ROUTES, e a regra
é posicional (qual segmento depois do prefixo), não "parece um token" — senão id de
item seria mascarado junto e a linha deixaria de servir para investigar.
O segmento termina na primeira barra ou no primeiro espaço em branco: o link costuma vir dentro de uma frase (o corpo da mensagem), e sem o corte no espaço a raspagem levava o resto da frase junto.
Erro de cliente HTTP é resumido, não percorrido (1.6.0). Um AxiosError — ou
err.toJSON(), ou err.response — que chegue a maskLogMeta/maskSensitive vira
{ name, message, code, status, method, url, stack }, com a url já passada por
maskUrl. Mascarar por nome de chave não bastava: o mesmo Bearer que saía **** em
config.headers.Authorization saía em claro em request._header, junto com o
usuario:senha do basic auth em request._options.auth. config, request,
cause e response.data ficam de fora — o último porque gateway reflete o header
recebido no corpo do erro. Quem precisa do corpo extrai os campos que conhece.
Credencial que viaja na própria URL (1.6.0): maskUrl tira o userinfo
(amqp://usuario:senha@host -> amqp://****@host) e mascara os parâmetros de
URL_SECRET_PARAMS — assinatura da presign do S3/GCS e key= da API do Google. A
mesma raspagem vale para qualquer folha de texto do metadado (rabbitmqUrl, uma
frase com o link dentro). key só é credencial como parâmetro de URL; como nome de
campo é o objeto do S3, e por isso a lista é separada de SENSITIVE_FIELDS.
Erro comum também é resumido (1.7.0). message, stack e cause de um
Error não são enumeráveis, e até a 1.6.0 logger.error('falhou', e) saía {}.
Agora qualquer Error vira { name, message, code, stack, cause, …demais
propriedades mascaradas }, com credencial de URL raspada. Não é preciso chamar
describeError no catch: logue o erro como sempre. Erros que carregam valor na
mensagem têm tratamento próprio: do Prisma (PrismaClient*) sai só a última linha,
o motivo, e só os frames da stack; do Mongo E11000, o valor da chave duplicada vira
****.
code com forma de código de erro sai legível em log (1.8.0). code segue
sensível (no body é código de login e authorization code do OAuth), mas em metadado
de log um valor com forma de código de erro (ECONNREFUSED, ERR_*, P2002,
CERT_*) sai legível. É o que o logger.error(err) espalha no topo da linha.
Dígitos, base64 e callback OIDC (code com idToken/state ao lado) seguem ****.
Sem dependência de runtime.
As listas exportadas são imutáveis
SAFE_HEADERS, SENSITIVE_FIELDS, PII_FIELDS, DOCUMENT_FIELDS e as demais passam
por Object.freeze desde a 0.3.0, e o tipo é readonly string[]. Elas definem o que
não pode vazar: ir por referência deixava um consumidor desligar o mascaramento do
processo inteiro com um SENSITIVE_FIELDS.push(), em silêncio.
Ao migrar um serviço, isto é o único ponto que pode deixar de compilar:
const campos: string[] = SENSITIVE_FIELDS; // erro
const campos: readonly string[] = SENSITIVE_FIELDS; // ok
const campos = [...SENSITIVE_FIELDS]; // ok, se precisar mutar mesmoPara exercitar outra lista num teste, mocke quem consome a lista — não a lista.
Proveniência
src/index.ts é cópia byte-a-byte do bloco que existia duplicado e idêntico
nos 15 serviços após a GYR-1541 (md5 cc04916718f5db4c776d256fc05068b3, 313
linhas). A única diferença é a palavra export.
O arquivo está no .prettierignore de propósito: formatá-lo destruiria a
propriedade que torna a migração verificável — durante a adoção, cada serviço pode
conferir que o bloco que está removendo é exatamente o que o pacote passa a
fornecer.
Os comentários registram seis rodadas de revisão e três revisões humanas: por que
allowlist e não denylist, por que documentType fica fora, por que to é
decidido por valor e não por chave, por que state só é mascarado no body sob
assinatura de callback OIDC, por que some e não every, e por que o seen sai
do conjunto ao desempilhar. Não remover.
