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Hi, 👋, I’m Ryan Hefner  and I built this site for me, and you! The goal of this site was to provide an easy way for me to check the stats on my npm packages, both for prioritizing issues and updates, and to give me a little kick in the pants to keep up on stuff.

As I was building it, I realized that I was actually using the tool to build the tool, and figured I might as well put this out there and hopefully others will find it to be a fast and useful way to search and browse npm packages as I have.

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© 2026 – Pkg Stats / Ryan Hefner

@loom-forge/forge-react

v0.4.0

Published

forge · a camada React do construtor: createForge/ForgeProvider/ForgeView e o boundary de estado por instância ($stateful).

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Readme

@loom-forge/forge-react

forge · a camada React do construtor. Envolve um engine do @loom-forge/react com um registry de definições, expande os componentes custom (pré-passo headless) e renderiza o resultado pelo compositor — que continua sem saber o que é um ComponentDef.

pnpm add @loom-forge/forge-react react

O @tslite/graph, que vem do forge, é peer (ADR-021): a aplicação fornece uma instância do TSLite, a mesma para todo repo que a compõe. npm 7+ e pnpm 8+ o instalam sozinhos.

import { createForge, ForgeProvider, ForgeView } from "@loom-forge/forge-react";
import { createTsliteBinder } from "@loom-forge/tslite";

const forge = createForge({ binder: createTsliteBinder() })
  .register("Card", CardComp)
  .defineComponent(userCard); // a definição JSON

<ForgeProvider forge={forge}>
  <ForgeView
    node={{ id: "u1", type: "UserCard", props: { id: "42" } }}
    data={data}
  />
</ForgeProvider>;

| export | o quê | | ------------------------------ | ---------------------------------------------------------------------------------------- | | createForge(opts?) | engine do compositor + registry de definições. register/defineComponent encadeáveis | | ForgeProvider · useForge() | o contexto | | ForgeView | node + data (+ contexts/contextStore e commands do host) → expande e renderiza |

O contexto de ambiente: valores ou STORE

import { createContextStore } from "@loom-forge/core";

const store = createContextStore({ auth, route });
<ForgeView node={page} data={data} contextStore={store} />;

store.set("route", next); // acorda a seção que declarou `route` — e só ela

O contexto é dependência declarada (ADR-023 do repo): cada seção pede os nomes que o uses dela declara, mais os que escapam de quem ela compõe. Com contexts={…} o runtime embrulha os valores num store estático e a granularidade vem da projeção estável — quem declarou route não recalcula porque auth mudou. Com contextStore, ela vem da assinatura: mudar um contexto não visita quem não o lê, e o host publica sem re-renderizar a view.

createForge aceita tudo que o createEngine aceita (binder, resolver, planners, layoutRenderers, actions, capabilities…), mais requireEntryRoot: um componente custom PRIVADO entrado como RAIZ degrada para unknown em vez de expandir.


O boundary de estado

Componente com updates ou effects é vivo: a expansão não o expande, emite o marcador $stateful (dado puro). Quem o materializa é este package — createForge registra o StatefulBoundary, que segura useState(initState(def)) por instância, re-resolve o próprio corpo a cada mudança e roteia os eventos: update local primeiro, senão o ActionPort global.

O corpo é expandido com os mesmos insumos da expansão estática: o mesmo bodyOf, os updates do componente — para que um alias de comando vindo de fora não reescreva um update local — e os children do call-site. O efeito resolve nos mesmos degraus do evento, pelo vocabulário de onde o componente montou.

E ele é fronteira de RE-RENDER, não só de estado. O ForgeView guarda a árvore resolvida anterior e partilha identidade com a nova (shareIdentity do core): a seção que não leu o campo que mudou volta como o MESMO marcador, com o mesmo callProps, e nem o render nem a re-resolução do corpo acontecem. Trocar um campo do data faz trabalhar quem lê aquele campo — não o documento inteiro (ADR-022 do repo).

Um componente vivo RECEBE filhos

O marcador $stateful carrega os children do call-site, crus, e o boundary os entrega à expansão do corpo: cada { "type": "$slot", "props": { "name": "header" } } recebe os filhos que declararam aquela área (slot), e quem não declarou nenhuma cai na default. É o mesmo caminho da expansão estática, um relógio depois — e o contexto que esses filhos enxergam é o de dentro, que é onde eles de fato montam.

É o que faz um layout de verdade existir: uma casca com header/main/footer e uma sidebar que colapsa é um componente vivo com slot, e antes disto os filhos sumiam em silêncio.

O boundary não intercepta a porta. A resolução marca local a intenção que é update DESTE componente, e o engine do corpo ganha updates, que a aplica; o resto sai pela porta do host. É por ser marca, e não nome, que o evento de um componente puro inlinado no corpo não alcança os updates de quem o compôs (ADR-016 do repo).

A cadeia de uma intenção, e o pendente (ADR-018 do repo)

Tudo o que uma intenção recebe entra pelos params, e o autor escreve de onde: a raiz event é o valor recebido — o que o widget emitiu, o data da ação anterior num then, o error num catch. Os params são avaliados no despacho, sobre o escopo do render mais event (o bind os deixa compilados e guarda o escopo no binding); quem avalia é o mesmo binder do render.

"onClick": {
  "action": "iniciar",                                   // local: set validando = true
  "then": {
    "action": "corretor/validar-email",                  // host, async
    "params": { "email": "{{ state.dados.email }}" },
    "then":  { "action": "marcar", "params": { "valido": "{{ event.valido }}" } },
    "catch": { "action": "falhou", "params": { "motivo": "{{ event.code }}" } }
  }
}

O boundary executa a cadeia (runIntent do core): um update local resolve quando o estado foi escrito (event = undefined); um despacho ao host resolve com data no then ou falha com error no catch — falha de domínio ou o UNHANDLED_ERROR de um port que lançou. Um fluxo cancelado (aborted com sucesso) não é resultado e fica só com o host. O host recebe todo resultado pelo onActionResult, com ou sem continuação. Sem catch, a falha vai só ao host, como sempre foi.

E o pendente é fato da instância, não estado que o autor escreve: o boundary guarda pending[ação] — true do despacho ao resultado de uma ação do host — e o expõe como raiz do escopo do corpo, para um when/disabled ler:

{
  "type": "Button",
  "props": {
    "label": "{{ pending['corretor/validar-email'] ? 'Validando…' : 'Validar' }}",
    "disabled": "{{ pending['corretor/validar-email'] }}",
  },
}

Um componente puro não tem boundary e não tem pending: é raiz só de quem é vivo. O efeito segue a mesma cadeia — then/catch valem nele, e o event de um efeito é undefined:

"effects": {
  "carregar": {
    "on": ["props.id"],
    "action": "user/load",
    "params": { "id": "{{ props.id }}" },
    "then": { "action": "guardar", "params": { "nome": "{{ event.nome }}" } },
    "catch": { "action": "falhou", "params": { "erro": "{{ event.code }}" } }
  }
}

É "carregar no mount e guardar o que carregou" sem o host reinjetar nada — e pending["user/load"] cobre o mount, então um "{{ pending['user/load'] ? 'carregando' : state.nome }}" mostra o estado certo do primeiro render ao resultado. O cleanup tem a cadeia dele.

É por isso que estado mora na camada React e não no headless: o pré-passo captura a estrutura estática; quem faz viver é a view. Componentes aninhados — inclusive outros vivos — viram seus próprios boundaries, por recursão natural. Ver forge/docs/STATE.md.