@micelize/cli
v0.2.0
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CLI da Micelize — conversa com a API do gestor via linha de comando, sob permissão. Cada módulo do gestor é um subcomando (a começar por `modula`).
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@micelize/cli
CLI da Micelize: conversa com a API do gestor pela linha de comando, sob a
permissão de quem está logado. O token (JWT) carrega o conjunto fractal de
permissões; o guard do backend aplica o Perm de cada rota — a CLI só manda a
requisição e mostra o resultado (ou o 403).
A ferramenta é fractal como o backend: cada MÓDULO do gestor vira um grupo de
subcomandos. Hoje há um grupo, modula (o registro de módulos, que também faz
trabalho local de filesystem). Os próximos (ramos, atendimentos, clientes…)
entram sob demanda, um require por grupo em src/cli.js.
Uso
micelize login # autentica no gestor e guarda o token
micelize modula search auth # busca módulos no registro
micelize modula publish ./meu-mod # publica uma versão (metadados no modula.yaml)
micelize modula install # resolve o fecho e monta no projeto
micelize modula docs # explica o formato do modula.yamlMICELIZE_API_URL sobrescreve a API (padrão: https://api.gestor.micelize.com).
O token é herdado do ~/.modula antigo na primeira execução (transição sem
re-login) e passa a viver em ~/.micelize/config.json.
Estrutura (uma responsabilidade por lugar)
bin/micelize.js entry (só despacha o argv)
src/cli.js monta o programa e registra os grupos
src/commands/auth.js login / logout (topo — token compartilhado)
src/commands/modula/ o grupo modula, um verbo por arquivo
src/lib/ config · pack · tokens · assemble · manifestO modula standalone (@micelize/modula) segue existindo; este pacote o absorve
como subcomando e é o caminho a partir daqui.
