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Hi, 👋, I’m Ryan Hefner  and I built this site for me, and you! The goal of this site was to provide an easy way for me to check the stats on my npm packages, both for prioritizing issues and updates, and to give me a little kick in the pants to keep up on stuff.

As I was building it, I realized that I was actually using the tool to build the tool, and figured I might as well put this out there and hopefully others will find it to be a fast and useful way to search and browse npm packages as I have.

If you’re interested in other things I’m working on, follow me on Twitter or check out the open source projects I’ve been publishing on GitHub.

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This site wouldn’t be possible without the immense generosity and tireless efforts from the people who make contributions to the world and share their work via open source initiatives. Thank you 🙏

© 2026 – Pkg Stats / Ryan Hefner

gitcraque

v0.5.0

Published

Cliente Git de desktop sem Electron: grafo de historico, drag-and-drop semantico e rebase interativo automatizado — backend Node.js puro servindo uma SPA React em localhost

Readme


Por que "GitCraque"?

A gente olhou para o GitKraken e admirou de verdade. Só que um kraken é um polvo gigante: oito braços, solta tinta preta quando se assusta, mora no fundo do mar e não ganhou Copa nenhuma. Oito braços e zero títulos é um aproveitamento ruim para qualquer elenco.

Aí olhamos para o outro lado e vimos um sujeito com o corte de cabelo mais indefensável da história do futebol, dois gols na final e o apelido de Fenômeno.

A escolha se fez sozinha. Trocamos o K pelo C, o cefalópode pelo camisa 9, e saiu o GitCraque — porque resolver conflito de merge muita gente resolve, mas marcar duas vezes na final da Copa não é para qualquer branch.

Sim, é homenagem. Sim, é trocadilho. Não, não vamos parar.

E antes que perguntem: aquele corte de cabelo foi decisão técnica, igual a este README. Ninguém entendeu na época e mesmo assim deu certo.


Escalação

Time enxuto, sem elenco inflado e sem folha salarial em node_modules:

| Posição | Jogador | O que faz em campo | |---|---|---| | Goleiro | Node.js puro (node:http) | Segura a API sem framework nenhum na frente | | Zagueiro | child_process | Marca o binário do git em cima, sempre com argv em array | | Lateral | ws | A única dependência do backend. Uma. Inteira. | | Meio-campo | React 19 + Vite | Distribui o jogo para a SPA | | Armador | Tailwind + Motion UI | Toque de bola e a parte bonita | | Ponta | @dnd-kit/core | Arrasta commit e dá o drible curto | | Camisa 9 | SVG escrito à mão | Desenha o grafo. Sem biblioteca. Sozinho. |

O backend tem exatamente uma dependência. Não é minimalismo por estética: é que time dependendo de vinte contratados não sai jogando de trás.


Como funciona

Um backend Node.js puro orquestra o binário do git por child_process e serve uma SPA React. Você sobe pelo terminal, ele abre no navegador, e o processo do servidor é quem "está" no repositório: trocar de worktree é um process.chdir(), não um git checkout.

É mudar de posição em campo sem pedir substituição ao quarto árbitro.

npx gitcraque                     # no diretório do repositório
npx gitcraque ~/code/projeto      # ou aponte o caminho, como o `git -C`
npx gitcraque --repo ~ --port 5271
npx gitcraque --no-open           # sem abrir o navegador

Subiu dentro de um repositório? Ele abre já escalado nele — e entra na sua lista de recentes. Subiu fora? A tela é o seletor, não um aviso de erro.

O navegador abre sozinho. Se a 5271 estiver ocupada, ele testa as dez seguintes e diz no banner em qual subiu — dá para deixar mais de um repositório aberto ao mesmo tempo sem escolher porta na mão.


Galeria de troféus

🏆 Grafo de histórico — a visão de jogo

Ele enxerga a linha de passe antes de você.

O backend executa git log --all --topo-order e entrega os dados crus. O front-end calcula a matriz (X, Y) de cada commit com algoritmo próprio: Y é a ordem topológica, X sai de uma heurística que separa filhos de ramificação de filhos de mesclagem para traçar rotas que não se sobrepõem.

O desenho é SVG escrito à mão<circle> para commits, <path> com Bézier cúbica para ramificações e merges — com virtualização de janela. Um repositório de dezenas de milhares de commits rola liso.

Nenhuma biblioteca de gitgraph está envolvida. O drible é todo nosso.

🏆 Seletor de repositórios — o olheiro

Chegou sem contrato assinado? Senta que a gente resolve.

Subiu fora de um repositório? A tela não é um aviso, é o seletor: repositórios abertos recentemente, varredura das pastas conhecidas da máquina (Projects, code, /opt, /srv) e um navegador de pastas com migalhas de pão.

Colar um caminho e apertar Enter também funciona, e há um git init para a pasta em que você estiver. Trocar de repositório depois disso é o botão Abrir na barra, ou ⌘K.

🏆 Worktrees sem checkout — jogo sem substituição

O banco de reservas inteiro em campo ao mesmo tempo, e ninguém sai.

git worktree list --porcelain alimenta o rail. Ao clicar num rótulo de worktree, o servidor executa process.chdir() para o caminho absoluto dela e emite um sinal por WebSocket; a interface descarta a View Tree e recarrega a partir do novo diretório.

Nenhum git checkout acontece — a árvore de trabalho de ninguém é mexida.

🏆 Drag-and-drop com intenção — a pedalada

Arrasta, olha pro lado, e o commit já está na outra branch.

Sobre @dnd-kit/core. Arrastar um commit sobre o rótulo de uma branch propõe um cherry-pick. Arrastar uma branch sobre outra abre a escolha entre merge e rebase.

O comando cru aparece antes de executar, e o que reescreve histórico exige confirmação por pressão contínua — o botão só cede se você segurar. É a diferença entre finalizar e chutar pra fora: dá tempo de pensar.

🏆 Squash gráfico — o chapéu

Três commits entram, um sai. E ninguém viu como.

Selecione os commits no grafo e o backend automatiza o rebase interativo com um interceptor: injeta GIT_SEQUENCE_EDITOR="node proxy-editor.mjs" e o script lê o git-rebase-todo que o git gerou, troca pick por squash nas linhas certas (mantendo a primeira como pick) e sai com 0. O git aplica a reescrita como se um humano tivesse editado o arquivo.

Zero emulação de terminal. Nada de abrir o vim na sua cara.

🏆 Push que não trava — cobrança sem barreira

O goleiro nem viu a bola sair.

Modelo de trampolim: o Node injeta GIT_ASKPASS apontando para um script próprio, que responde ao git pelo stdout com o token capturado na interface. O segredo viaja por um socket unix com nonce de uso único — nunca pelo ambiente do processo do git, nunca por argv, nunca em disco.

Se o cofre não tem a credencial, a interface pergunta na hora, e o git recebe a resposta sem nunca abrir um prompt de terminal invisível.

🏆 Volta por cima — a temporada 2002

Ele já se recuperou de coisa muito pior que uma aba descartada.

O Chrome tem dois jeitos de economizar recurso numa aba de fundo, e os dois machucam de formas diferentes: congelar (as filas de tarefa param e o WebSocket volta meio-aberto — readyState === OPEN com a conexão morta do outro lado) e descartar (a página é apagada da memória e volta do zero).

O GitCraque trata os três caminhos de retorno — visibilitychange, resume e pageshow com persisted — e grava o retrato da view quando a aba esconde, nunca na saída: beforeunload e unload simplesmente não disparam quando o navegador descarta a aba.

Um boundary de raiz segura o render que estourar, e a recarga automática tem orçamento, porque laço de recarga é pior que tela quebrada — nem dá tempo de abrir o devtools.

Joelho reconstruído, artilharia da Copa. Funciona.


Pré-temporada

Contrata pelo npm e escala no terminal:

npm install -g gitcraque
cd ~/code/projeto && gitcraque

Ou sem assinar contrato — o npx baixa, roda e devolve:

npx gitcraque

Requisitos: Node >= 22.13 e git no PATH. Chuteira é opcional.

O piso de Node não é chute: a memória de projetos usa o node:sqlite, que só dispensa a flag --experimental-sqlite a partir do 22.13.

Para contribuir

git clone https://github.com/frederico-kluser/GitCraque.git
cd GitCraque
npm install
npm run build
npm start

Instalar por npm i github:frederico-kluser/GitCraque não funciona: o pacote publicado leva a SPA já compilada, e o build só roda no npm pack. Do código-fonte, é clone e npm run build.


Treino

npm run dev          # backend --watch em :5271 + vite em :5273 (proxy /api e /ws)
npm run typecheck    # tsc --noEmit
npm run build        # vite build → web/dist

npm test             # server + graph + dnd + viewer (472 testes)
npm run test:server  # 319 testes
npm run test:graph   # 51 testes
npm run test:dnd     # 20 testes
npm run test:viewer  # 82 testes
npm run test:e2e     # 39 verificações (não incluso no npm test)

Rode um comando de cada vez. A suíte do grafo afere razão de tempo de relógio; rodando ao lado de outro trabalho pesado ela acusa falta que não existiu — e aqui não tem VAR.

Leia docs/ARCHITECTURE.md para a arquitetura completa, módulo por módulo. Regras de interface em docs/UI.md.


Cartão vermelho

O servidor executa comandos git na sua máquina. Ele escuta só em 127.0.0.1, recusa requisições com Host/Origin de outra origem, e não deve ser exposto na rede.

Craque joga melhor em casa. Este aqui joga em casa.


Licença

MIT © Frederico Kluser